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Central de Relacionamento Interativo

13/04/2017 10:15

No ano de 2016, a comercialização de sêmen bovino no Brasil caiu quase 7%, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA), que representa 90% do mercado nacional, totalizando 11.723.738 de doses. A CRI Genética, porém, registrou um crescimento de 0,5% em vendas de sêmen no Brasil. Enquanto o mercado de sêmen de corte teve uma queda de 3%, a CRI aumentou suas vendas em 5,2%; já no leite, a diminuição das vendas do mercado em geral foi da ordem de 14,5% e a CRI caiu menos: 8,9%. A CRI também aumentou em 1% seu market share.

“Nos últimos cinco anos, a CRI duplicou seu volume de vendas. Em 2016, o aumento das vendas não foi tão grande, porém crescemos 0,5% enquanto o mercado como um todo caiu quase 7%. Creditamos esse resultado a diversos fatores, como a assertividade na seleção de touros da nossa bateria, estreitamento do relacionamento com fornecedores de genética, apoio e embasamento técnico das vendas tanto para nossa equipe comercial como para os clientes e inovação ao trabalharmos as mídias digitais focadas em marketing de conteúdo em diversas plataformas”, avalia o diretor da CRI Genética, Sergio Saud.

“Esse resultado é fruto ainda dos investimentos que fizemos nos últimos anos em treinamento da equipe de vendas de forma que nossos representantes comerciais atuam como consultores dos clientes, orientando-os quanto ao uso da genética. Soma-se a isso a grande qualidade da nossa bateria de touros”, salienta o gerente comercial da CRI Genética Brasil, Francisco Aragão.

Grande crescimento em Nelore e Angus

No segmento Corte, a CRI obteve o crescimento mais expressivo, especialmente nas raças Nelore e Angus. Enquanto o mercado de Nelore cresceu 6,2% como um todo, segundo a Asbia, a CRI aumentou as vendas em 36,3%. Para a Gerente de Produto Corte, Juliana Ferragute, a empresa se preparou para a atuação na raça e colheu os resultados desse investimento. “Trabalhamos fortemente no estreitamento do relacionamento com fornecedores de genética Nelore nos últimos dois anos, trazendo importantes novos criatórios para o nosso portfólio. Só em 2016 foram 22 touros Nelores contratados. Esse número contribuiu para atingir o resultado do último ano”, ressalta Juliana.

Na raça Angus, a mais expressiva da CRI, enquanto o mercado caiu 4,7% segundo a Asbia, a CRI cresceu. “A CRI, como referência no Angus importado, foi a primeira a educar tecnicamente a equipe e o cliente sobre o uso da raça de corte que mais cresceu nos últimos anos. Disponibilizamos touros de diferentes perfis na raça Angus para atender a diferentes demandas mercadológicas e técnicas, alinhando essas necessidades com as lideranças internacionais”, analisa Juliana.

“Crescemos nas principais raças de corte utilizadas no tri-cruzamento porque tínhamos antevisto a tendência de uso da terceira raça e preparamos nossa bateria de corte em quantidade e qualidade, treinamos a equipe e comunicamos o mercado sobre a correta maneira de utilizá-los”.

Queda menor no leite

O ano de 2016 foi difícil para a inseminação artificial na pecuária leiteira, com uma queda de 14,5% na comercialização de doses de sêmen. A CRI também sentiu a retração do mercado, porém graças a ações assertivas de vendas e correta seleção de touros, teve um resultado acima do esperado.

O destaque da CRI ficou para a raça Girolando, com um aumento nas vendas de 30,6%. “A correta contratação de touros, o estabelecimento de alianças e parcerias importantes e sólidas, e um consistente suporte técnico foram fundamentais para que tivéssemos um resultado que avaliamos como positivo, com um fortalecimento das vendas”, analisa o Gerente de Produto Leite, Bruno Scarpa.

A raça Holandesa continua sendo o carro chefe das vendas de leite, com expressivo crescimento e diversificação dos touros trabalhados. Mostrando assim um grande e expressivo fortalecimento da bateria como um todo. 

Novas ferramentas para manter bom resultado

O resultado da CRI em 2016 foi comemorado na Convenção de Vendas que ocorre esta semana, em Embu das Artes (SP), com a participação de mais de 170 integrantes da equipe comercial e administrativa, além da alta direção da empresa nos EUA. “O Brasil é o nosso maior vendedor de doses de sêmen de corte e estamos muito satisfeitos com o resultado. São muito estimulantes as perspectivas para os próximos anos”, afirma o CEO global, Doug Wilson, que está no Brasil para a Convenção. A CRI global comercializou 12,25 milhões de doses em 2016.

Para continuar a crescer, a CRI investiu em diversas novidades que estarão no mercado a partir dos próximos dias, como o ReproCheck, um software de gestão de dados em reprodução; A.I. Tags ou Adesivos de Inseminação Artificial para ajudar na detecção do cio bovino; o detector de gestação DG Blue Eyes, que diagnostica prenhez até 29 dias após o serviço de inseminação e traz o resultado em 30 minutos; e o SortGate, programa de avaliação de rebanho que traz uma nova metodologia de análise por meio da qual é possível avaliar toda a evolução genética dos animais e traçar um perfil detalhado da propriedade.

“Estamos munindo a nossa equipe com diversas ferramentas para oferecer o melhor em genética e em serviços para aumentar a eficiência reprodutiva da pecuária de corte e leite no Brasil, identificando oportunidades de melhoria e aumento da produtividade”, conclui o Gerente de Marketing da CRI Genética, Daniel de Carvalho.

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